Uma joalheria vende relógios por R$ 300,00 cada. O custo variável do relógio é de R$ 170,00, e o ponto de equilíbrio contábil da loja é de 500 unidades. Os administradores da loja decidiram aumentar o preço dos relógios para R$ 330,00, a partir do segundo semestre de 2026. Considerando que os custos fixos e variáveis permanecerão iguais, o ponto de equilíbrio da loja, após esse aumento, será de
- A 407 unidades.
- B 455 unidades.
- C 475 unidades.
- D 550 unidades.
O ponto de equilíbrio contábil (PEC) é calculado dividindo-se o custo fixo total pela margem de contribuição unitária (MCu), que representa a diferença entre o preço de venda e o custo variável unitário. Com o preço original de R$ 300,00 e custo variável de R$ 170,00, a MCu era de R$ 130,00; como o PEC era de 500 unidades, o custo fixo total pode ser obtido pela fórmula CF = PEC × MCu, resultando em CF = 500 × R$ 130,00 = R$ 65.000,00. Após o reajuste do preço para R$ 330,00, mantendo o custo variável em R$ 170,00, a nova MCu passa a ser R$ 160,00, enquanto o custo fixo permanece em R$ 65.000,00. O novo ponto de equilíbrio contábil é então recalculado como PEC = R$ 65.000,00 ÷ R$ 160,00 = 406,25 unidades, que, arredondado para cima para garantir a cobertura integral dos custos fixos, resulta em 407 unidades. O domínio dessa relação entre preço, margem de contribuição e custo fixo é essencial para a correta determinação do ponto de equilíbrio em diferentes cenários de precificação.
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